30 de abril de 2015

TAG: 10 Fatos Sobre Mim






Há algum tempo saiu a tag 50 Fatos sobre Mim por todo youtube e eu não vou negar que me interessei e adorei saber um pouco mais sobre os criadores dos canais que eu costumo seguir. É claro que eu não faço vlog, mas achei que seria interessante postar alguns fatos sobre mim, já que o blog é sempre uma troca: eu apresento informações, minhas opiniões e deixo o espaço aberto para que falem a opinião de vocês.

A ligação entre um blogueiro e seus seguidores é muito importante para que um blog cresça. O feedback sempre é importante e mais ainda a troca de ideias, pois bem eu não fiz 50 fatos até porque prefiro tudo aos pouquinhos.

Escreverei aqui 10 fatos sobre mim e eventualmente farei um post contando um pouco mais sobre minha vida, minhas manias e vocês poderão me conhecer melhor. Bora começar?
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1 - Eu sou chata

 Sim, meus caros leitores. Não sou insuportável, mas sou uma pessoa difícil de conviver, tenho manias estressantes, pouca paciência e não suporto fofocas.

2 - Meu nome inteiro é gigante: Vanessa de Oliveira

Okay, não é uma coisa interessante de saber, mas vai que cola?  Pois é, eu tenho essa coisa com meu nome, meus pais deram dois nomes para os meus irmãos e chegou na caçula e acharam que um curtinho ficaria bem melhor.

3 - Eu pesquiso demais sobre Ufologia

Tenho crença na vida existente fora da Terra. Creio que temos muitos planetas, temos vários universos descobertos e alguns ainda não alcançados e me parece extremamente estranho que apenas exista vida no planeta Terra.

4 - Não suporto erros de português

A questão maior é que abreviar palavras e vicíos de linguagem como: "Vamos subir para cima?" me deixa muito irritada. São coisas comuns que as pessoas erram no dia-a-dia, mas podem ao menos tentar corrigir?

5 - Eu Amo CSI

Eu já fiz um post sobre a série no blog, meu amor por ela ficou bem evidente e acho interessante dizer isso aqui. É sobre mim e faz toda diferença se você souber, ok?

6 - Já pratiquei esportes 

Eu jogava futebol, fiz natação, basquete, judô, kung fu e karatê. Não terminei os esportes relacionados a luta devido há um problema de saúde, mas ainda tenho vontade de fazer Muay Thay.

7 - Tenho queda por jaquetas de couro e motos

Quando eu comecei trabalhar, a segunda coisa que comprei foi uma jaqueta de couro que eu amo demais e depois que andei de Harley Davidson, simplesmente esqueci o mundo. Andar de moto é demais e uma sensação inesquecível e com uma jaqueta de couro no estilo tudo fica perfeito.

8 - Faço faculdade de Biocombustíveis

Eu sempre tentei ser dedicada (não que eu algum dia consegui ser) e quando completei 18 anos eu queria muito fazer cinema ou jornalismo. Por problemas financeiros e pessoais acabei por estudar Bicombustíveis na FATEC.

9 - Já fui vegana

Aqui é a parte onde vegetarianos e veganos podem me xingar, eu permito. Eu sempre fui fã da personagem Sara Sidle do CSI e isso não é segredo, tanto a personagem quanto a atriz são vegetarianas e alguns anos atrás eu decidi que seria vegana para seguir o exemplo.
Por três anos eu fui vegana e depois desse tempo seguindo tudo bem, eu decidi voltar atrás.

10 - Sou antissocial 

Quem me conhece dirá que essa é meio verdade. Eu vivo bem e sou muto legal, mas eu prefiro ficar sozinha na maioria do tempo com fones de ouvido e sou extremamente sincera (se alguém vestir algo feio e pedir minha opinião, pode crer que eu vou falar mesmo). Não sou fã das pessoas fiquem me tocando enquanto conversam e mais ainda não me perturbe quando estou lendo.



Agora eu já falei sobre mim e quero saber sobre vocês. Postem aqui embaixo alguma curiosidade, vamos manter contato sempre, beleza? Beijos, Amantes!

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27 de abril de 2015

Um pouquinho de Conversa


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 Quando iniciei esse blog em 2011, pensei que seria um lugar perfeito para falar do meu amor por livros e por alguns anos, ele foi incrível para mim. Esse ano de 2015, eu resolvi que faria um blog com todas as coisas que gosto: quadrinhos, livros, séries, filmes, desenhos e quadrinhos.

E meus posts realmente falaram sobre algumas séries, livros e quadrinhos. O problema é que ainda sinto que falta uma parte de mim que teria que estar aqui no blog e resolvi escrever esse post para conversamos um pouco, a temática de um blog é interessante pelo direito de podermos expressar nossas opiniões, pois bem, aqui estou e iremos conversar bem sério aqui, ok?

Uma coisa que sempre deixei claro no blog é que sou tenho um leve fator nerd e meu amor por esse universo é imenso, mas não iniciei esse texto para falarmos sobre isso. Esse texto é para falar sobre a duas maiores divisão do mundo: os fortes e os fracos.

Muitas pessoas me consideram uma pessoa estranha, é claro que não utilizam essa palavra, mas não vou gastar meu tempo contando como me tratam. A questão é que eu não sou forte nem fraca, eu sou humana e talvez lute um pouco para esconder meus sentimentos, mas nunca ignorei meus pensamentos e a chama que me move para esse mundo.

Hoje em dia ou você é fraco ou você é forte, e quando digo fraco ou forte não estou falando da sua força fisíca, mas como as pessoas enxergam você. Vivemos num mundo meio machista, meio feminista e meio nada.

Se você for homem e gostar de um filme romântico ou chorar muito é considerado gay, se você for uma mulher que gosta de futebol ou um corte de cabelo mais curto você é sapatão. Sim, vivemos os dias que a humanidade sempre lutou para acabar: dia de julgamento.

Alguns me dizem que o homem é criado para pegar muitas mulheres, a sociedade o criou assim e as mulheres foram criadas para serem submissas. Mas se um rapaz "pega" muitas mulheres ele é homem, se uma mulher "fica" com muitos rapazes ele é safada (para não usar outro termo). Podem me explicar porque a sociedade está cada vez mais hipócrita?

Ou seja, mulheres se dizem feministas para criar uma guerra de sexos e ninguém parece estar pensando que tudo que você precisa lutar nesse mundo é para conseguir ser você mesmo. O mundo está girando e os anos vão passando com inúmeras reportagens sobre igualdade e ninguém parece estar muito afim de lembrar que além de iguais somos únicos?

Eu gosto de futebol e gosto de video-game, amo filmes românticos, torço para casais de séries e amo ler livros e casos policiais. Leio sobre serial killer, assassinatos, romances, mistério e vejo beleza em tudo. Uns julgam, outros caçoam e ninguém parece estar preocupado sobre quem você é ou para que você está aqui.

Há dias em que parece que estamos num julgamento e o martelo bate dizendo o que devemos pensar, acreditar ou agir. Existe beleza em olhar para o céu num dia chuvoso, escutar a chaleira fervendo água para o café, o cheiro de bolo, segurar a mão de alguém, abraço entre amigos, abraço entre casais, palavras de amor, observar as pessoas.

Não seja forte ou fraco, feio ou belo. Tudo que eu sempre espero das pessoas é que elas possam ser elas mesmo sem medo do que os outros possam dizer e é difícil? Talvez! Há julgamentos demais e medo demais e algumas vezes um pouco de lágrimas, mas quer saber?

NÃO IMPORTA!

VOCÊ SÓ PODE SER VOCÊ HOJE, A FORÇA NÃO VEM DE DENTRO NEM DA CRENÇA. A FORÇA ESTÁ EM SER A MELHOR VERSÃO DE VOCÊ, AQUELA QUE VOCÊ REALMENTE É!

PENSE NISSO!



26 de abril de 2015

Divulgação: A Saga de Um Andarilho pelas Estrelas



sagaandarilhoUtopia pós-moderna, “A saga de um andarilho pelas estrelas” conta a história de um homem que abandona a Terra e viaja pelas estrelas, onde conhece civilizações extraordinárias. Mas o universo guarda infinitas surpresas e alguns planetas podem ser muito perigosos. O enredo é repleto de momentos cômicos e desconcertantes que acabam por inspirar reflexões sobre a vida e a existência. O livro é escrito em prosa em dez capítulos. Oito sonetos também acompanham a narrativa. (Editora Multifoco)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PARTE 1
                                                                            
N
um amplo salão azul, de uma única porta cor de abóbora e nenhuma janela, muitos jornalistas se amontoavam.
 
 
- Por favor, conte-nos como foi sua viagem ao espaço?
- Diga-nos como ficou tanto tempo sem comida e água?
- Disseram que você não se alimenta. É verdade?
- E o relógio? Por que você não se separa de um relógio?
- Como foi viajar pelas estrelas?
- Me desculpem, mas eu preciso fazer um apelo à humanidade.
- Apelo? Depois o senhor faz. Responda primeiro às nossas perguntas.
- Eu preciso contar a todos o que eu vi. É muito importante.
- Haverá muito tempo para isso. As autoridades estão preparando para amanhã a ocasião para que você dê uma declaração pública, que será em praça pública e transmitida para todo o mundo. Mas antes nos responda!
- As autoridades, sempre as autoridades! Por que não me deixam falar logo de uma vez! Começo a duvidar de que as autoridades estejam sendo sinceras.
- Você acabou de sair da quarentena. Depois dessa entrevista, você terá sua chance de falar o que você bem entender para a humanidade. Por isso, conte-nos agora como foi sua viagem pelo espaço. Além do mais, tudo o que você disser será publicado e televisionado!
- Você disse tudo o que eu falar será publicado e televisionado?
- Sim. E ao vivo!
- Bom, então eu respondo. O que vocês querem saber?
- Tudo. Tim-tim por tim-tim.
- Então, sou todo ouvidos.
- Desde que voltou ao planeta Terra, você se tornou muito famoso. O que você acha das pessoas que se manifestaram por sua liberdade.
- Eu queria agradecê-las.
- Sim, você é muito popular, pensa em se candidatar a algum cargo político?
- Não, de modo algum!
- Desculpa-me, mas farei uma pergunta um pouco indelicada. Você é mesmo um ser humano?
- Em partes. Depende do que você entende por ser humano. O que é um ser humano?
- Como assim, o que é um ser humano? Um ser humano é um ser... é um ser... é um ser humano! Sei lá, um indivíduo pertencente à nossa espécie... Na verdade, gostaria de saber se você é daqui ou se é um alienígena, essas coisas... Você é da Terra, um terráqueo como nós?
- Tudo indica que sim, até que me provem o contrário. Sou um terráqueo, porque nasci na Terra.
- Qual é o seu nome?
- Por favor, sou apenas o Andarilho das Estrelas.
- Andarilhos das Estrelas?!
- Sim. Sou um andarilho, das estrelas.
- Você não tem nome? (Todos riem).
- Não importa, sou o Andarilho das Estrelas apenas. E isso é tudo o que vocês devem saber sobre mim. O Universo é maior.
- Disso ninguém tem dúvidas. (Risos). Como é então lá em cima, no Universo?
- Lá em cima? O entrevistado fez um gesto de incompreensão, e depois acrescentou: O senhor já viu estas fotos coloridas de nebulosas, galáxias, supernovas etc., tiradas por telescópios espaciais?
- Sim.
- Eu diria que é muito mais maravilhoso.
- É mesmo? E o que você viu de tão maravilhoso, exatamente?
- É difícil dizer o que é mais maravilhoso. Tudo é muito bonito. Para não deixar você sem resposta, eu diria que as imensas cataratas de estrelas cadentes são lindas demais. No entanto, como não mencionar a música que toca entre as estrelas ou os versos do multiverso?... Na verdade, é difícil escolher o mais maravilhoso. Lamento, sua pergunta não pode ser respondida.
- Ainda não entendo qual o problema de falar seu nome? Afinal, todos nós queremos chamar você por seu nome!
- Que importa um nome? Eu continuaria o mesmo independente do nome que tenho. Além disso, a minha vida aqui na Terra, como a da maioria das pessoas, sempre foi tão vulgar e encoberta pelo anonimato das multidões, que meu nome é também indiferente. A diferença é que um dia eu deixei nossa querida Terra para viajar pelo espaço sideral. Então eu me tornei um andarilho, errando pelas estrelas do Universo. Vejam bem, por que vocês jornalistas, ciosos que são, estão me entrevistando? Qual o interesse das emissoras de televisão, que pagam os seus salários, senão fatos? Não é sobre mim que vocês querem saber. É sobre o Universo. Sinceramente, a vida banal de um cidadão comum não vende jornais.
- Antes dessa sua viagem espacial, você já havia viajado muito por outros lugares do mundo?
- Não. Nunca saí de minha cidade.
Todos os jornalistas, que eram centenas, se admiraram com essa resposta.
- Nunca saiu de sua cidade?
- Nunca.
- E por que saiu do planeta?
Essa pergunta provocou risos também.
- Porque eu quis abstrair de mim a minha humanidade, ou melhor, quis me tornar abstrato.
A resposta do Andarilho das Estrelas provocou uma reação de surpresa e incompreensão.
- Me perdoa, mas não entendi o que você quis dizer. Como assim, se tornar abstrato? Isso não faz sentido. Em primeiro lugar, o que você entende por “abstrato”?
- Ora, o sentido que se dá a palavra abstração, isto é, um elemento reduzido, separado, e que é generalizado.
- O quê? Por favor, explique melhor, está muito confuso.
- Significa abstrair de uma abstração...
O embaraço aumentava conforme o Andarilho das Estrelas respondia as questões dos jornalistas ávidos por notícias e não por respostas demasiadamente vagas. Afinal, quem é este Andarilho das Estrelas? Ele esteve onde nunca nenhum outro ser humano sonhou um dia chegar e ainda assim não sabemos nada sobre ele, nem o seu nome. Depois justifica uma viagem sem precedentes históricos e de proporção interplanetária com uma explicação, no mínimo, sem sentido!
 Analisemos mais detidamente a fisionomia desse estranho personagem para ver se descobrimos algum traço notável de sua personalidade. Aparentemente, nada indica algo incomum nele. Porém, se prestarmos bastante atenção em seu olhar... No seu olhar pode se observar alguma coisa do Universo, um pouco do brilho das estrelas, uma substância, talvez, de origem melancólica, o próprio éter, cuja essência infinita é o imponderável.
De fato, nenhum dos jornalistas duvidava de sua jornada no espaço; sobretudo, quando os telescópios detectaram sua presença no limiar do sistema solar em rota direta de colisão com a Terra. Notícia alarmante, que provocou verdadeiro pavor, porque o Andarilho das Estrelas foi inicialmente confundido com um asteroide. Quando, entretanto, os astrônomos declararam que o corpo celeste detectado não era senão um corpo humano, o mundo então respirou aliviado. Na ocasião, inclusive, um cientista saiu de um observatório dançando e pulando tão enlouquecido, que acabou por cair em um bueiro de esgoto que alguém imprudentemente esqueceu aberto. Para sua felicidade, os ferimentos foram leves. Mas passado o susto inicial da confusão com um asteroide, o mundo inteiro se perguntava intrigado como podia um ser humano estar nos limites do sistema solar. As hipóteses se multiplicavam. Alguns questionavam, não sem fundamentos, se o Andarilho das Estrelas não seria antes um extraterrestre. Alarmados, outros anunciaram uma invasão alienígena iminente. E os adeptos das teorias da conspiração afirmavam que o caso expunha provas concretas de um experimento científico realizado com cobaias humanas lançadas ao espaço e desenvolvido por organizações que almejavam dominar o mundo. Logo, sabichões de todos os cantos do planeta se reuniram emergencialmente num congresso internacional onde passaram a discutir e analisar as evidências por dias a fio. Por fim, vieram a publico apresentar suas conclusões. Declaravam que, em primeiro lugar, “o objeto espacial que se localiza nos confins do sistema solar é realmente um ser humano do gênero e da espécie homo sapiens sapiens e, em segundo lugar, “que ignoravam completamente como um indivíduo da referida espécie havia parado num ambiente inapropriado à vida humana”.
Ao se aproximar o Andarilho das Estrelas da estratosfera terrestre, o resgate não podia causar mais comoção. Maravilhado, o mundo inteiro parou para assisti-lo entrar na Terra como uma estrela cadente, riscando o céu de ponta a ponta num rastro luminoso para, em seguida, descer suavemente no mar. A operação de busca, que se procedeu, assemelhou-se a uma verdadeira mobilização de guerra. Nunca se viu tantos helicópteros, jatos, tanques, navios porta-aviões e tantas outras geringonças juntas rumando para um só lugar. As emissoras de televisão suspenderam toda a programação diária para noticiar integralmente o acontecimento extraordinário. Nos telejornais, os repórteres relatavam o sucedido: “Nesta manhã, o homem que estava no espaço aterrissou sem maiores transtornos no meio do oceano Pacífico e foi resgatado para a terra em segurança”. Outros reportavam a seu estado de saúde: “O homem do espaço passa bem, apesar de visivelmente abatido”. E alguns descreviam sua aparência: “Ele tem barbas longas, cabelos compridos e desgrenhados, roupas puídas e rasgadas... mais parece um náufrago, um náufrago das estrelas”. Notícias como essas se intercalavam ao longo das horas, ininterruptamente, e, no dia seguinte, a humanidade ainda estava de ressaca pelos acontecimentos da véspera. Finalmente, a fisionomia do Andarilho das Estrelas, com expressão assustada e olhos esbugalhados, estampou, numa foto memorável, a primeira página dos grandes jornais do mundo inteiro. 
Neste ínterim, uma agência secreta de algum governo deteve o Andarilho das Estrelas e o transportou para uma dessas bases ainda mais secretas, onde o submeteram a intenso interrogatório. De acordo com informações extraoficiais, o viajante espacial portava consigo apenas uma bagagem de mão, com alguns pertences pessoais, como um livro, um caderno, um espelho, uma lanterna, uma caneta e uma bituca de cigarro, além de uma estranha máquina portátil, construída com uma tecnologia desconhecida, e que foram expostos a testes de radiação. Depois disso, durante dias não se teve notícias dele. E as pessoas movidas, talvez, pela curiosidade, passaram a se interrogar por que o prenderam e não o soltavam. Nas ruas, na linha de produção, nos escritórios, nas escolas, nos botecos, nos restaurantes, nas casernas, enfim, na sala de jantar, todos queriam saber do paradeiro daquele que ocupou por um curto lapso de tempo a atenção do planeta. Mesmo diante de tanta repercussão, a tal agência secreta mostrava-se irredutível à opinião pública e sonegava a menor informação. Entretanto, estava em andamento um fenômeno sociológico inexplicável – do qual será explicitado adiante – que foi decisivo para a libertação condicional do Andarilho das Estrelas. Aliás, decisão bastante ardilosa, pois, diante do silêncio do prisioneiro, a agência secreta poderia obter as informações, por meio da imprensa e de uma declaração pública, desejada pelo próprio Andarilho das Estrelas, que em vão tentavam pela força.
E aqui chegamos ao salão azul, com uma porta cor de abóbora e sem janelas, de onde, como vimos, transcorria a coletiva de imprensa. Quando os jornalistas foram finalmente autorizados a entrevistar o Andarilho das Estrelas, houve um verdadeiro frenesi, semelhante a estas liquidações de começo de ano. Jornalistas, cinegrafistas, fotógrafos e outros profissionais de imprensa corriam freneticamente carregados de uma parafernália de equipamentos, fios, microfones, pelos corredores de acesso ao referido salão. É bem verdade também que o local escolhido para a entrevista era completamente inadequado, pela ausência de ventilação. Mal cabia tanta gente lá dentro, que, devido à superlotação, ficava apertado, apesar de amplo. Muitas discussões tomaram lugar, pois os jornalistas disputavam cadeiras, e, na falta delas, sentavam no chão. Não foram poucas as pessoas que passaram mal, sufocadas. Houve ainda quem foi nocauteado durante o tumulto, provavelmente, por um microfone afoito. Além disso, os jornalistas reclamavam, às vezes, aos gritos, do tratamento concedido à imprensa, alegando que as autoridades agiam intencionalmente com extrema truculência no intuito impedir a livre balbúrdia informativa. Ou seja, denunciavam um flagrante desrespeito à liberdade de expressão. Fato que foi amplamente desmentido pelas mesmas autoridades! Para complicar ainda mais a situação já complicada, um dos jornalistas ouviu, segundo ele próprio, de uma de suas fontes, um funcionário do governo, que o Andarilho das Estrelas não era humano. Informação que surtiu o efeito de um verdadeiro estouro de boiada, tumultuando ainda mais as condições em si caóticas. Lá dentro, todos falavam ao mesmo tempo, e foi muito difícil estabelecer o silêncio no local. Jornalistas foram retirados à força por apresentarem conduta inadequada, de acordo com nota divulgada pela organização da coletiva de imprensa. Outros caíram e foram pisoteados. Alguém desacatou alguma autoridade e foi preso. Quando, na medida do possível, a confusão foi finalmente contida, o Andarilho das Estrelas foi conduzido até o centro de uma mesa coberta por microfones. Quase não se via seu rosto, a essa altura barbeado e com os cabelos raspados, atrás de uma pilha de microfones amontoados. Ao seu lado, sentaram-se os famigerados agentes secretos, todos vestidos de modo idêntico, com terno preto, gravata preta e óculos escuros. Enfim, deram início à entrevista. As primeiras palavras do viajante espacial foram impactantes. Disse ele calmamente: “Bom dia a todos. Eu viajei por todos os rincões deste Universo; travei contato com seres obscuros, muito embora conheci civilizações que fazem da humanidade parecer um formigueiro de formigas desmioladas!” Foi uma algazarra total, os repórteres gritavam: “Conte-nos sobre eles!”; “Eu quero saber!”; “Como eles eram?”, “Se parecem conosco?” etc., etc., etc.
Mas deixemos a coletiva de imprensa por enquanto. Nada se compara ao caos que tomou lugar nas ruas durante o período de “quarentena” e que denominamos de “fenômeno sociológico inexplicável”. Diante do mal-estar causado pelo episódio relatado anteriormente ao parágrafo acima, pessoas que não se conheciam passaram a se reunir em grupos manifestando repúdio à prisão do Andarilho das Estrelas, considerada, por elas, “arbitrária, ilegal e um atentado aos direitos individuais da pessoa humana”, exigindo assim a soltura imediata do prisioneiro. A princípio, era apenas meia dúzia mas, com o passar dos dias e por meio das redes sociais de computadores conectados à internet, tornou-se uma bola de neve. Em pouco tempo, se formou uma grande multidão, munida de cartazes, bandeiras, faixas, a entoar canções de guerra, gritos de ordem, que se espalhou pelas ruas como uma epidemia incontrolável. Assembleias eram organizadas nas ruas, ocasião em que oradores de plantão, sob aplausos intensos, incendiavam os ânimos já bastante exaltados. Anônimos viraram celebridades de um dia para outro e concediam, envaidecidos, entrevistas para a televisão, embora muito poucos expusessem argumentos dignos de nota. Nessa toada, porém, o movimento só crescia e depois de muitos debates, os manifestantes decidiram se agrupar diante das sedes dos principais governos envolvidos com a operação de resgate e lá permaneceram acampados. À medida que o tempo passava, sem o menor sinal de boa vontade das autoridades responsáveis, que fingiam nada acontecer e, por isso, não aceitavam discutir uma saída para o impasse, as circunstâncias se tornaram mais e mais críticas e os protestos, violentos. Mascarados ateavam fogo no que encontravam e jogavam pedras nas forças de segurança, acionadas para conter os excessos e atos de vandalismo. Não foi suficiente, pois estas tiveram de recuar muitas vezes. E assim, os confrontos se repetiram por dias seguidos. De um lado, bombas de gás lacrimogêneo, gás de pimenta, tiros de bala de borracha; e, de outro, paus, pedras, fogo, gritos. Surgiram então os heróis e mártires da repressão. Milagrosamente, apesar da intensidade dos conflitos, ninguém se feriu gravemente.
Por algum mistério, a prisão injustificada do viajante das estrelas serviu de pretexto para aflorar uma grande insatisfação em todos os habitantes do globo terrestre. É bastante provável que aquelas pessoas queriam ouvi-lo e, frustradas com os episódios que se seguiram, sentiram-se afrontadas mais uma vez perante a insolência de uma minoria que toma decisões independentemente da consulta de todos. Porém, não parou por aí. Outros agrupamentos, de pessoas aparentemente indiferentes a demandas relativas à liberdade civil, mas contagiadas pelo calor das passeatas, passaram a caminhar a esmo, arrebanhando outros grupos, que se somavam por onde passavam. De repente, milhares se uniam descontentes com as mazelas do cotidiano e apresentavam uma série de reivindicações contra a carestia, o aumento das passagens de ônibus, a inflação, as péssimas condições da saúde pública etc. Imagens aéreas captavam cenas impressionantes de um mundo de gente avançando como um tsunami em direção das grandes capitais. Um pequeno incidente, definido, talvez, como de segurança nacional ou mundial, transformou-se numa avalanche de revoltas pelo mundo afora. Os governos, surpreendidos, foram obrigados abrir negociações com os líderes dos protestos e deliberaram a libertação do Andarilho das Estrelas e mais a promessa de montarem em praça pública um palco onde aquele poderia emitir suas opiniões a respeito de sua jornada interestelar: o seu “apelo à humanidade”. Enfim, as manifestações foram suspensas. Mas ninguém voltou para casa. Um bater de asas de uma borboleta, e eis um furacão. De fato, e é até estranho, mas quando o Andarilho das Estrelas se chocou na atmosfera terrestre, iluminando o céu, muita gente, secretamente, fez um pedido...
É neste pé em que estávamos antes de explicar os antecedentes da entrevista que está sendo realizada no salão azul, que, como vocês já sabem, tem uma porta cor de abóbora e nenhuma janela. Mas onde havíamos deixado a entrevista mesmo? Ah, sim, no momento em que o Andarilho das Estrelas dizia que queria se tornar uma abstração. Nada mais intrigante, não? Vamos ouvi-lo:
- Como assim, disse um jornalista, não é possível abstrair a humanidade de um ser humano? A menos que você realmente não seja humano. (Risos).
- Em pensamento é possível sim. Não só em pensamento, mas também no mundo real, dos fatos, como se costuma dizer. Somos reduzidos a abstrações diariamente, separados de nós mesmos, através de algo geral que supostamente nos representa. Pode ser uma senha, um número, um registro, uma assinatura, um nome. Tudo no nosso mundo é organizado por noções abstratas e gerais, como o tempo, as normas, os códigos, os prazos, que enchem as nossas cabeças e os papéis nas escrivaninhas. Isto quando não somos apenas estatísticas nos indicadores sociais. Nossa vida inteira é apagada, substituída e representada por uma realidade imaterial mais importante que nossa própria vida! E daí aquilo que parece verdade é dissimulado e falso, porém, efetivo. Então, eu pergunto: o que é ser ser humano ou o que é o humano? Para encurtar a história, eu não sou um ser humano completamente!
- Ah, então você realmente é um ET? Eu sabia!
            - Não, também não sou um ET, porque nasci na Terra e, tecnicamente falando, parceiro, quem nasce na Terra não pode ser um extraterrestre. Vou tentar me fazer entender. Há milhares de anos, os nômades costumavam olhar o céu e sabiam o momento da noite em que caem mais estrelas-cadentes. Também seguiam a rota sinuosa dos planetas e quando a posição de uma constelação significava o dia da partida. Os agricultores, da mesma forma, também conheciam o céu que comunicava a estação do plantio ou da colheita. Ao contrário, hoje, jamais olhamos o céu – poluído, por sinal. Por isso, decidi partir. Queria ver as estrelas de perto, a Lua, os planetas... Então, na verdade, eu me abstraí de minha humanidade abstrata para descobrir se havia alguma coisa real em mim.
- Profundo, mas não entendi nada. (Risos) Você está criticando a modernidade, quer voltar para trás, é isso?
- Não. Na verdade, ir para frente é voltar para trás, descobrir o passado é engendrar o futuro. Por isso, antes de partir, eu sentia uma profunda insatisfação com o mundo do jeito que ele é. Para renunciar totalmente à minha humanidade, eu precisava abdicar totalmente da minha existência no planeta Terra; não da minha vida.
- O que você está querendo nos dizer? Por favor, seja menos evasivo.
- Está bem, preste atenção! O mundo parou para assistir a minha chegada ao planeta Terra, não é? (Eu não esperava tanto, se bem que devo admitir que as pessoas adoram uma novidade). Contudo, quem se preocupa ou muda sua rotina com a notícia de mais uma guerra ou da fome de milhares de seres humanos pelo mundo? Nem parece que todas essas coisas acontecem com nossos vizinhos. Parece mais uma realidade de outro mundo, distante de nós. Tudo é tão banalizado e abstrato. Temos até tribunais para julgar crimes de guerra quando, na verdade, não há guerra que não seja um crime contra a humanidade!
- Não sei se o compreendi. Mas me parece que você é um pacifista.
- Não! Não exatamente. Eu já fui um soldado. Já estive em um campo de batalha.
            - Então você já atirou em alguém?!
- Não de verdade. No mundo em que lutei, as armas não eram letais.
- E quando e como você decidiu ir embora do planeta Terra?
- Como um nômade, eu passava horas à noite olhando o céu, e ficava imaginando – ao andar parado – se numa daquelas estrelinhas não haveria um mundo habitado por criaturas solidárias e que cuidassem melhor de seu planeta. E eu sonhava. E um sonho surgiu na minha frente. Vocês sabem que sonho pode significar duas coisas, não é? Sonho pode ser uma manifestação psíquica inconsciente que ocorre durante o sono. Aqui, sonho é uma ilusão, química. Mas sonho pode ser também um desejo forte, consciente. Aqui, o sonho é uma ilusão diferente, porque pode se realizar. Então, eu vi um sonho chegar ao se tornar real numa viagem intergalática. Não seria fácil, e, a bem dizer, talvez um empreendimento suicida. Passei meses me preparando para partir. Então, uma data foi marcada, no mês de junho, porque o céu fica mais bonito no hemisfério sul. E conforme os dias foram passando e a data se aproximando bem perto de mim, eu fiquei diante de um dilema, pois não podia me despedir de ninguém, senão não me deixariam prosseguir. No dia marcado, eu fiquei triste feliz. Achei que seria bastante conveniente me despedir apenas das coisas e dos animais. Dei um abraço apertado em minha máquina de lavar roupas: “Vou sentir sua falta”, disse-lhe. Depois foi a vez da geladeira: Lágrimas congelantes! E aí fui para o meu quarto e disse adeus para minha cama, meu travesseiro e, confesso, com a condição de vocês não publicarem, para o meu hipopótamo de pelúcia! Também disse tchau para as poltronas, as estantes e o abajur. Em seguida, fui para o jardim e me despedi dos gatos, do cachorro, da galinha e até dos insetos. Enfim, das flores, plantas e árvores. Gostaria, no entanto, que vocês registrassem alguns momentos marcantes: A minha gata Deúda parecia um motorzinho se entrelaçando em minhas pernas, talvez, tentando me convencer a ficar. Ao me deitar na grama, olhei os flocos de nuvens brancas no céu azul e vi minha mão, meu antebraço e braço se ergueram acenando. Também fiz um sinal para um gafanhoto, dizendo: “Soldado, foi um prazer conhecê-lo!” Uma formiga subiu no meu nariz e eu sorri para ela. (Não posso afirmar se ela sorriu para mim, porque não entendo muito de boca de formiga). Um tatu-bolinha gesticulava suas patinhas, que são dezenas – algo que me tocou muito, pela sua veemência. Mas o que mais me partiu o coração foi o meu cachorro Foluke que não tirou seus olhinhos de mim até eu desaparecer totalmente no ar. “Vou sentir saudades, amigão!” gritei lá de cima.
            Tudo isso pode parecer muito bizarro e se alguém me contasse eu juro que não acreditaria... mas se eu não tivesse presenciado todos estes acontecimentos! Eu me lembro de cada detalhe, desde as primeiras notícias nos jornais, à descida do Andarilho das Estrelas, de sua prisão, dos protestos. Fui testemunha, com os olhos de meus próprios pés! E mal posso esperar para assistir seu depoimento na praça da cidade. Antes é preciso esperar a entrevista terminar. Ah, sim, os repórteres, eles ainda fazem perguntas. Não os atrapalhemos!
- Mais uma pergunta!
- Andarilho das Estrelas, como você...
- Diga como você fez...
- E por quê...?
- Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho! Andarilho!...
Neste instante, o Andarilho das Estrelas subitamente parou de falar. Seu olhar atravessara as paredes atrás de suas memórias. Estava longe, muito longe. Ao notarem essa atitude estranha e imprevisível, os jornalistas também se calaram. Uma cena que poderia ser retratada por um pintor de tão estática. O silêncio se arrastava e a situação permaneceu assim por não sei quanto tempo até que os jornalistas incomodados com a falta de informações esboçaram uma reação no sentido de retomarem a carga de perguntas. Não demorou muito para que conversas paralelas, sugerindo interrogação e perplexidade, fossem aos poucos cochichadas no salão. Olhares se encontravam, boquiabertos. Então, um dos jornalistas passou a falar em voz alta, mostrando-se bastante impaciente e, irritado com as condições precárias da coletiva de imprensa, passou a se queixar abertamente dos organizadores. Tal agitação causou certa preocupação aos agentes secretos. Esses se entreolhavam estrategicamente, fazendo sinais táticos, uns para os outros, com cotoveladas significativas e pisadas em toques no pé ou na canela do colega vizinho, indicando, porém, que a situação ainda estava sob controle. Mas diante do burburinho nervoso que se avolumava, um dos agentes secretos, muito provavelmente o comandante, tomou a palavra e solicitou encarecidamente aos repórteres que permanecessem em seus lugares. Em vão. Alguns jornalistas já circulavam livremente pelo salão falando ao telefone celular. Nada, porém, tirava o Andarilho das Estrelas de suas meditações. Por sua vez, os repórteres comentavam ou davam risadas da circunstância um tanto inédita, enquanto fotógrafos tiravam fotos dos mais diversos ângulos. Já os agentes secretos, prevendo que seria impossível segurar um tumulto dentro do salão, passaram a gesticular energicamente os braços, com os quais faziam movimentos variados, ao mesmo tempo em que levantavam os óculos e piscavam os olhos num tipo de código Morse, avisando que chegava o momento de bater em retirada. Tudo indicava problemas à vista. Felizmente, o Andarilho das Estrelas saiu de sua letargia momentânea, arregalou bem os olhos, que se fixaram nos jornalistas, e em seguida ensaiou dizer alguma palavra que não saía. Diante disso, os jornalistas caíram paralisados sobre suas cadeiras como se tivessem sido atingidos pelo olhar petrificante de um górgona.
O que será que está acontecendo?!
 

24 de abril de 2015

A Seleção de Kiera Cass vai virar filme!


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKCuprOjymlRABR60mhN-RGNcE1R77_jLj0_bwKcooCtnnkIl_PTCjsmNYI4Lf5WXqfF0UIpIw8AQBT77cEa-G2U5FqUj8sX2YGqDs1iZ4Wn_8aY9DE-Tt9Y1yQgTbZc0hyphenhyphen9rmNd1bu_I/s1600/aselecaopromo.png




Nessa semana de feriado os fãs da saga de livros "A Seleção", da autora Kiera Cass, receberam uma ótima notícia.

Depois de passar o mês de Abril com a tag #WeWantTheSelectionMovie no twitter, os fãs realmente tem motivos para comemorar! A Warner Bros garantiu os direitos de adptação do livro.

Com os produtores DiNovi & Alison Greenspan (Se Eu Ficar, Edward Mãos de Tesoura, Golpe Duplo, Um Homem de Sorte) o filme promete ser intenso como o livro.

Eu não conheço a autora nem a série, mas se é livro e está fazendo a felicidade de fãs nós ficamos felizes juntos, não é?



http://www.caferadioativo.com/wp-content/uploads/2014/02/selecao.jpg

19 de abril de 2015

Vazou o trailer de Batman vs Superman


Minha vida inteira esperei por um filme do Superman e do Batman juntos. Um filme que eles pudessem salvar o mundo e brigar entre si (não seria um filme de herói se isso não acontecesse) e isso finalmente aconteceu.

Confira o trailer legendado do filme Batman vs Superman - A Origem da Justiça






Ansiosos?


18 de abril de 2015

Dia Nacional do Livro Infantil


Hoje é o Dia Nacional do Livro Infantil essa fata foi escolhida por causa de Monteiro Lobato e também é considerado o dia dele.

Para entrarmos no clima e lembrar que a literatura infantil brasileira é sempre uma delícia trouxe alguns livros para inserir crianças na literatura e melhor ainda literatura nacional de qualidade.

Vamos lá?


http://entretenhame.com.br/wp-content/uploads/2011/10/narizinho1.jpgO livro narra as primeiras aventuras que acontecem no Sítio do Picapau Amarelo e apresenta Emília, a boneca de pano tagarela e sabida, Tia Nastácia, famosa por seus deliciosos bolinhos, Dona Benta, uma avó muito especial, e sua neta Lúcia, a menina do nariz arrebitado. Lúcia, mais conhecida como Narizinho, é quem transporta os leitores a incríveis viagens pelo mundo da fantasia.Tudo começa com uma inesperada visita da neta de Dona Benta ao Reino das Águas Claras e com a chegada de seu primo, Pedrinho, ao Sítio do Picapau Amarelo para mais uma temporada de férias. Depois do passeio pelo Reino das Águas Claras, as reinações de Narizinho ficam ainda melhores. As crianças se divertem fazendo o Visconde com um sabugo de milho e planejando o casamento de Emília com o leitão Rabicó.
 
 
 
 
http://4.bp.blogspot.com/--65OBgpYdak/UWhNU8wO9xI/AAAAAAAAAKA/VxmN5cm-iD0/s1600/GRD_6917_O+genio+do+crime+co%CC%81pia.jpg O livro conta a história de Seu Tomé, proprietário de uma fábrica de figurinhas de futebol. Existem as figurinhas fáceis e as difíceis, fabricadas em menor quantidade. Quem enche o álbum ganha prêmios realmente bons. Mas surge uma fábrica clandestina que fabrica as figurinhas mais desejadas, as difíceis, e as vende livremente. O número de álbuns cheios aumenta e seu Tomé não tem mais capacidade de dar a todos os prêmios por completarem o álbum. Há uma revolta, as crianças querem quebrar a fábrica, por não ganharem os prêmios merecidos. Edmundo, Pituca e Bolachão, e mais adiante Berenice, entram em cena para descobrir a fábrica clandestina e resolver mais "UMA AVENTURA DA TURMA DO GORDO". Acontece que não se trata de simples bandidos, a quadrilha é chefiada por um gênio do crime, e os meninos terão de botar a cabeça para funcionar se quiserem resolver os problemas da fábrica.




http://livrariaupstage.com/media/catalog/product/cache/1/image/265x383/5e06319eda06f020e43594a9c230972d/A/_/A_Bolsa_Amarela.jpgEsta obra trata-se de um romance de uma menina que entra em conflito consigo mesma e com a família ao reprimir três grandes vontades (que ela esconde numa bolsa amarela) - a vontade de ser gente grande, a de ter nascido menino e a de se tornar escritora. A partir dessa revelação - por si mesma uma contestação à estrutura familiar tradicional em cujo meio ´criança não tem vontade´ - essa menina sensível e imaginativa nos conta o seu dia-a-dia, juntando o mundo real da família ao mundo criado por sua imaginação fértil e povoado de amigos secretos e fantasias.Ao mesmo tempo que se sucedem episódios reais e fantásticos, uma aventura espiritual se processa e a menina segue rumo à sua afirmação como pessoa.








Palladinum – Pesadelo PerpétuoNa cidade de Vale Prateado, os preparativos para a festa de 40 anos do Colégio São João unem os esforços de pais, alunos e professores. Juliana, editora do jornalzinho escolar Página Pirata, está cobrindo o evento junto com seus melhores amigos.
Em meio às comemorações, uma aguardada exposição de artefatos arqueológicos coincide com o início de uma série de eventos inexplicáveis na escola: professores se tornam verdadeiros carrascos, e o medo passa a fazer parte do cotidiano dos alunos.
Para piorar, o que deveria ser uma mera reunião entre pais e professores, resulta num verdadeiro desastre: os pais de Juliana e de seus amigos são igualmente transformados. Eles não são mais as mesmas pessoas. Sequer parecem ser pessoas!
A turma da Página Pirata precisa de respostas, e essa busca os levará a um lugar desconhecido, muito além do que podem compreender.
As vidas daqueles que mais amam estão em jogo, e apenas ao cruzarem o limiar entre o Mundo Real e o Mundo dos Sonhos e dos Pesadelos é que os jovens aventureiros entenderão o que estão prestes a enfrentar: uma batalha épica entre forças desconhecidas e extremamente poderosas! Estarão eles prontos para as descobertas que terão pela frente?

16 de abril de 2015

Editora Arqueiro vai relançar O Milagre


O livro O Milagre de Nicholas Sparks está sendo relançado pela editora Arqueiro. Depois de conseguir os direitos dos livros do autor, a editora tem lançado vários livros e ainda trazendo com novas capas e design os livros já publicados no Brasil.

Dessa vez, a editora optou por trazer O Milagre que já tem sua continuação na editora com o título À Primeira Vista. Confira aqui embaixo a sinopse e a capa do livro O Milagre.




http://portal.julund.com.br/wp-content/uploads/2015/03/o-milagre.jpgJeremy Marsh é um jornalista cético que dedica a vida a investigar e desmentir fenômenos sobrenaturais. Ele está no auge do sucesso, prestes a ir trabalhar na TV, quando recebe uma carta curiosa.
Nela, uma senhora relata a ocorrência de luzes estranhas e fantasmagóricas no cemitério de Boone Creek, uma pequena cidade na Carolina do Norte. Farejando uma boa história, Jeremy sai de Nova York e vai passar uma semana lá.
Quando começa suas investigações, ele conhece a obstinada Lexie Darnell. Responsável pela biblioteca local, ela está determinada a proteger as pessoas e a cidade que tanto ama – e nem um pouco disposta a confiar no forasteiro. Depois de sofrer pelo término de dois relacionamentos, ela tem duas certezas: a primeira é de que seu lugar é em Boone Creek, e a segunda é de que não se pode acreditar num homem tão sedutor quanto Jeremy.
O que ela não imagina é que o jornalista também tem suas feridas. Ele nunca conseguiu superar completamente a dor de seu casamento desfeito e a frustração de saber que jamais poderá ser pai.
Enquanto tenta descobrir a verdade por trás das luzes do cemitério, Jeremy tem que desvendar também os próprios sentimentos e se vê diante de escolhas muito difíceis, entre elas a de voltar para a vida que conhece em Nova York ou fazer algo completamente novo: acreditar.
O milagre é um romance que explora os maiores mistérios de todos: os do coração.

14 de abril de 2015

Dia do Beijo


Ontem eu tive alguns problemas com minha internet e não consegui postar nada, mas hoje já estou de volta e com um post atrasado. Ontem dia 13 de Abril foi o Dia do Beijo e a internet inteira parece ter falado apenas nisso.

Como o Amamos A Leitura é diversificado, escolhi alguns beijos que sempre esperei. As mídias são diferentes então teremos fotos, videos ou apenas um comentário.



CSI - Grissom e Sara
Esse casal sempre me levou a loucura e o beijo eu esperei por oito temporadas.



The Big Bang Theory - Sheldon e Amy
O casal nerd que evita contato físico também me deixou esperando demais. Houve outros beijos, mas esse foi o que mais esperamos



Superman - Clark e Lois
Esse não é o primeiro beijo do casal, mas é o beijo no casamento.



http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/d3/The_wedding_of_Clark_Kent_and_Lois_Lane.jpg


Castle - Kate Beckett e Richard Castle
Como esses dois demoraram para fazer algo! E ainda só para distrair um guarda.



E vocês? Me contem qual o beijo mais esperado?


12 de abril de 2015

The Mentalist


http://images2.fanpop.com/images/photos/8500000/the-mentalist-the-mentalist-8522362-1280-800.jpg 
The Mentalist 
Criador: Bruno Heller
Produtores: Bruno Heller, Charles Goldstein e David Nutter
Elenco: Simon Baker, Robin Tunney, Tim Kang, Amanda Righetti e Owain Yeoman
Transmissão: 23 de Setembro de 2008 - 18 de Fevereiro de 2015
Temporadas: 7


The Mentalist (O Mentalista, no Brasil) é um seriado policial estadunidense. Atualmente séries policiais ocupam um grande espaço nas séries televisivas e em filmes também, achar algo que possa fazer a diferença é realmente complicado. Eu assisto séries policiais em uma grande quantidade, a resolução de crimes e perseguições policiais costumam fazer parte do que eu gosto de assistir e admirar.

Para começar bem iremos ao significado de mentalista: pessoa que usa acuidade mental, hipnose e/ou sugestão. Um mestre na manipulação de pensamentos e comportamentos. Entendeu? Bem, com esse significado dá para imaginar que a série tem seu lado meio vigarista que parte exatamente do protagonista Patrick Jane.

A série narra a história de Patrick Jane, consultor da Agência de Investigação da Califórnia. O protagonista utilizada de suas habilidades e conhecimentos para ganhar a vida em seu emprego como médium até que um serial killer assassina sua mulher e filha como vingança de um ato de Patrick. Com esse acontecimento, Patrick Jane abandona seu antigo emprego e se junta a CBI (ou AIC) para achar culpados de crimes e encontrar sua vingança.

O vilão da série, Red John, culmina um arco da série. Durante os episódios e principamente nos últimos episódios de alguma temporada, Red John e Patrick Jane movimentam toda estrutura da série numa caçada mental, ambos são muitos inteligentes e fazem da série uma jogada espetacular de mentes.

http://mentalist.informe.com/gallery/302-2/The_mentalist_3_380.jpg 

O estilo da série segue o roteiro de muitas séries policiais tendo cada dia um caso e a diferença está no arco Red John que perdura quase a série inteira. E entra na lista dos melhores serial killers das séries e garanto que o número de teorias que você irá criar durante a série será enorme. Fãs e fãs fizeram teorias, duvidaram e ficaram loucos com a possibilidade de descobrir quem é Red John.

O tema mais forte de toda série é realmente vingança. Patrick Jane arrisca tudo e todos a sua volta para poder obter sua vingança, inclusive ele não se importaria de morrer se isso significasse a morte de Red John, sua própria vida ficou em segundo plano e os episódios que expõe seu drama e a profundidade de sua dor são excelentes.

A série se equilibra muito com a presença da chefe da CBI, Teresa Lisbon, enquanto Patrick utiliza suas habilidades de maneira inconsequente ela está sempre colocando tudo no lugar e fazendo o máximo para chegar a uma resolução. A personalidade de ambos é a parte mais divertida da série.

Aliás, essa série é muito divertida. Patrick Jane e Teresa Lisbon protagonizam uma dupla super divertida, ela é direta e ele cheio de humor sem se preocupar muito com as consequências de seus atos e como isso pode afetar a investigação.


Personagens:

Patrick Jane (Ator: Simon Baker)

http://vignette1.wikia.nocookie.net/thementalist/images/1/1c/Simon_baker_thema.jpg/revision/latest?cb=20120220164145&path-prefix=deO protagonista da série The Mentalist ganhava a vida como um vidente mas, depois que o serial killer Red John assassinou sua mulher e filha em retaliação por ter sido zombado por Jane em um programa de TV, admite que era uma fraude. Agora Jane trabalha como consultor na CBI (California Bureau the Investigation). Apesar de um pouco excêntrico, ele é muito inteligente e perspicaz e ajuda a resolver os casos que estão sendo investigados. Essas características o fizeram ganhar a amizade de seus colegas, no entanto por ser fechado e infantil, acaba os irritando por vezes. Outra característica relevante em Jane é o fato dele amar chá, aparecendo quase sempre com uma xícara em mãos. Ele também mostra um lado mais obscuro quando se trata de Red John: ao lidar com o assassino, o detetive assume uma personalidade mais vingativa, deixando claro até para seus colegas de equipe seu desejo de desforra.





Teresa Lisbon (Atriz: Robin Tunney)


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Embora Patrick às vezes a irrite com o seu comportamento anormal, ela o vê como um membro valioso para a equipe e vai apoiá-lo em algumas de suas teorias mais inusitadas. Sua mãe morreu em um acidente de carro, no qual o outro motorista estava bêbado. Lisbon ficou cuidando de seus três irmãos e de seu pai, que tornou-se alcoólatra após a morte da esposa. Sua equipe foi responsável pelo caso Red John, até o agente Sam Bosco tornar-se o diretor do novo Serial Crimes Unit, que assumiu a responsabilidade pela captura de Red John. Ela e Sam Bosco - mentor de Lisbon, quando ela era um agente júnior - partilham um segredo obscuro.









Kimball Cho (Ator: Tim Kang)

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/0/07/Kimball_Cho.jpg
Muitas vezes retratado como mão direita de Jane, parece ser o mais próximo dele, muitas vezes pedindo ajuda para encontrar provas, apesar de ele não ficar irritado com o hábito de Jane de não lhe dizer tudo o que sabe sobre o caso. Cho tem um senso de humor seco. Provavelmente o mais prático e realista do grupo, ele é muitas vezes o único que vê os truques de Jane. Quando Jane diz à Van Pelt que ele estava movendo um palito com telecinese, Cho diz simplesmente: "Ele está soprando sobre ele." Ele esteve no reformatório antes de servir nas forças armadas e, em seguida, a adesão à CBI. Ele foi secretamente chamado "Ernie" pela equipe de Bosco, que também se refere à Rigsby como "Bert". Ele estava em um grupo chamado Avon Park Playboys antes de ser um policial.





Grace Van Pelt (Atriz: Amanda Righetti)

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/2/27/Grace_Van_Pelt.jpg A mais nova membro da CBI, muitas vezes fazendo a pesquisa para outros membros. Ela tem uma profunda crença na religião e discute com Patrick toda vez que ele rejeita ou faz algo que ela considera como moralmente ou religiosamente inadequado. Van Pelt envolveu-se secretamente com Rigsby, depois de meses de relutância, devido à regulamentação que proíbe relações amorosas entre os agentes. Ela é muito rigorosa, organizada (Jane deduz durante a primeira temporada que isso acontece porque ela está escondendo algum trauma emocional profundo) e um pouco tensa, mas, em geral, é uma adição muito valiosa para a equipe. 







Wayne Rigsby (Ator: Owain Yeoman)

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/1/11/Wayne_Rigsby.jpgEspecialista em incêndios criminosos, ele desenvolve fortes sentimentos por Grace Van Pelt e tende a ser superprotetor com ela. Ele inicialmente não falava sobre eles, como o romance entre os agentes é contra os regulamentos, mas os dois aceitaram seus sentimentos e passaram a ver um ao outro secretamente. Ele é um bom amigo de Jane, no entanto, como os outros, muitas vezes é aborrecido por ele. Ele tem uma boa amizade com Cho. Seu pai pertencia a uma gangue de motociclistas, o que o levou a desenvolver aversão a esse tipo de grupo.

11 de abril de 2015

Minha Vida Fora de Série 2ª Temporada


http://grupoautentica.com.br/img/fotos_livros/911-zoom_20130514104654.jpg

Minha Vida Fora de Série 2ª Temporada
Autora: Paula Pimenta
Editora Gutenberg
Número de Páginas: 424
Onde Comprar: Saraiva/Submarino
Sinopse: Na 2ª temporada de "Minha vida fora de série", Priscila agora está com 16 anos e começa a lidar com questões mais sérias da adolescência: a proximidade do vestibular e, com ele, todos os receios desta fase; amizades que parecem sólidas e que de repente se perdem; o aprendizado de que um namoro tem de ser constantemente cuidado para não se desgastar. Ela também descobre que atos sem pensar, que parecem estar esquecidos no passado, podem marcar irreversivelmente o presente. Nossos queridos personagens - já conhecidos pela série "Fazendo meu filme" estão de volta, para não deixar ninguém com saudade. Não perca os próximos episódios da vida fora de série de Priscila. Você não vai conseguir desgrudar até terminar de ler.

Minha Opinião: Essa é a continuação da primeira temporada da saga de livros de Paula Pimenta. E você pode conferir a resenha aqui.

Após uma viagem para Disney no seu aniversário de 15 anos, Priscila voltou um pouco estranha para o Brasil e além disso seu relacionamento com Rodrigo caiu na monotonia e os dois começaram a notar que o clima entre eles não está muito bom.

A história se inicia mesmo com a Priscila em seus 16 anos e rapidamente notamos a diferença na personagem, se no primeiro livro ela era mais romântica nesse livro ela está rebelde e levemente irritada com as coisas e pessoas a sua volta. Seus amigos e familiares percebem e estão tentando entender sua nova atitude.

Juntando seu comportamento ao relacionamento frio, Rodrigo e Priscila que já estão num relacionamento por um bom tempo começam a passar por imensos conflitos durante a narrativa e apesar desse livro ser um ritmo mais lento que o primeiro é impossível desgrudar das páginas.

Paula Pimenta já figura como autora preferida de muitos adolescentes e não posso negar que nesse segundo livro ela esta realmente impecável. Conduziu a narrativa para experiências comuns da adolescência e trouxe com maestria problemas relativos ao um relacionamento de longo prazo que pode estar sempre na corda bamba.

A amizade também é uma coisa que a autora sempre valoriza em seus livros, tanto Priscila como Rodrigo tem seus melhores amigos para conversar e expor dúvidas comuns que podem receber ou não um bom conselho como resposta. Essa parte é bem interessante, pois temos uma visão clara sobre como homens e mulheres se sentem sobre problemas no relacionamento.

Com a habilidade de sempre, Paula Pimenta traz uma narrativa das experiências que passamos na adolescência e os problemas relacionados a monotonia de um relacionamento.

9 de abril de 2015

Divulgada Capa e Sinopse de Por Um Toque de Ouro


A autora Carolina Munhóz postou hoje no facebook, a capa e a sinopse do seu novo livro pela editora Rocco, primeiro da trilogia Trindade Leprechaun.

Confiram!


SINOPSE:

Dinheiro, poder e sucesso. Quem não deseja tudo isso?
Mas e se alguns milionários na verdade têm muito mais sorte do que outros? E se toda essa sorte se revelasse como um poder especial?

Emily O´Connell nunca imaginou que pudesse ter um toque de ouro. Herdeira de uma das marcas mais luxuosas de sapatos e bolsas haute couture do mundo, sorte e glamour praticamente correm no sangue de sua família.

Um dia, porém, Emily percebe que sua sorte talvez seja muito maior do que imagina. Na manhã seguinte ao feriado de St. Patrick, após ganhar milhões em uma noite de jogatina, a garota se vê vítima de uma tentativa de estupro. O que a tira das estatísticas policiais, no entanto, é a forma como ela consegue se livrar quase magicamente do perigo.

Tudo se complica quando Emily conhece o misterioso e encantador Aaron Locky. Afinal, que segredos ele esconde por trás de seus cabelos compridos e de sua risada irônica? De algum modo, Aaron exerce sobre ela uma atração irresistível, como se uma aura de poder os cercasse e os unisse. Ele tem muito a ensinar a Emily, mas, entre todas as coisas, ela nunca imaginaria que poderia estar envolvida com uma tradição secular lendária.






Para os desesperados por notícias, a autora vai estar respondendo perguntas e conversando com os fãs.

 Às 20hs twitcam lá no www.twitter.com/carolinamunhoz respondendo perguntas com a tag #PorUmToqueDeOuro.

7 de abril de 2015

Próximos Lançamentos - Novo Conceito


http://www.editoranovoconceito.com.br/media/upload/livro/livro/primeiro-e-unico-capa_1.png.1000x1353_q85_crop.jpgShea tem 33 anos e passou toda a sua vida em uma cidadezinha universitária que vive em função do futebol americano. Criada junto com sua melhor amigas, Lucy, filha do lendário treinador Clive Carr, Shea nunca teve coragem de deixar sua terra natal. Acabou cursando a universidade, onde conseguiu um emprego no departamento atlético e passa todos os dias junto do treinador e já está no mesmo cargo há mais de dez anos.

Quando finalmente abre mão da segurança e decide trilhar um caminho desconhecido, Shea descobre novas verdades sobre pessoas e fatos e essa situação a obriga a confrontar seus desejos mais profundos, seus medos e segredos.

A aclamada autora de Questões do Coração e Presentes da Vida criou uma história extraordinária sobre amor e lealdade e sobre uma heroína não convencional que luta para conciliá-los.





http://www.editoranovoconceito.com.br/media/upload/livro/livro/bom-dia-sr-mandela_capa_1.jpg.1000x1353_q85_crop.jpg Bom Dia, Sr. Mandela conta a extraordinária história de uma jovem que teve suas crenças, preconceitos e tudo em que sempre acreditou transformados pelo maior homem de seu tempo. A incrível trajetória de uma datilógrafa que, escolhida para se tornar a mais leal e devotada assessora de Nelson Mandela, passou a maior parte de sua vida trabalhando ao lado do homem que ela passaria a chamar de Khulu , ou avô.

6 de abril de 2015

Capa e Sinopse Minha Vida Fora de Série 3ª Temporada


Paula Pimenta acabou de atualizar seu facebook e seu skoob, divulgando capa e sinopse da terceira temporada de Minha Vida Fora de Série.


Eu já resenhei o primeiro livro (aqui) e também já li o segundo livro da série que em breve terá resenha aqui no blog. A capa e a sinopse do novo livro da série você confere aqui.




Três anos se passaram desde a 2ª temporada de Minha vida fora de série. Priscila, agora com 19 anos, percebe que tem que deixar a adolescência para trás e começar a lidar com as responsabilidades da vida adulta: O namoro com Rodrigo, cada vez mais sério; o início da faculdade, que ela ainda tem dúvidas se escolheu a certa; as novidades na família, que mais uma vez transformam seu cotidiano. Mas, como nos seriados que tanto ama, ela também vai passar por muitas reviravoltas e confusões, e descobrir que alguns acontecimentos de episódios passados podem afetar os atuais. Não percam mais essa temporada imperdível da vida fora de série de Priscila.












O livro tem estreia em Junho. E aí, ansiosos para o lançamento?

4 de abril de 2015

Próximos Lançamentos - Editora Arqueiro


http://1.bp.blogspot.com/-CScYspcLzgU/VQLtZ5mYKCI/AAAAAAAAGfI/OGuQE-ipVg4/s1600/Ligeiramente%2BMaliciosos.jpgLigeiramente Maliciosos - Após sofrer um acidente com a diligência em que viajava, Judith Law fica presa à beira da estrada no que parece ser o pior dia de sua vida. No entanto, sua sorte muda quando é resgatada por Ralf Bedard, um atraente cavaleiro de sorriso zombeteiro que se prontifica a levá-la até a estalagem mais próxima.

Filha de um rigoroso pastor, Judith vê no convite do Sr. Bedard a chance de experimentar uma aventura e se apresenta como Claire Campbell, uma atriz independente e confiante, a caminho de York para interpretar um novo papel. A atração entre o casal é instantânea e, num jogo de sedução e mentiras, a jovem dama se entrega a uma tórrida e inesquecível noite de amor.

Judith só não desconfia de que não é a única a usar uma identidade falsa. Ralf Bedard é ninguém menos do que lorde Rannulf Bedwyn, irmão do duque de Bewcastle, que partia para Grandmaison Park a fim de cortejar sua futura noiva: a Srta. Julianne Effingham, prima de Judith.

Quando os dois se reencontram e as máscaras caem, eles precisam tomar uma decisão: seguir com seus papéis de acordo com o que todos consideram socialmente aceitável ou se entregar a uma paixão avassaladora?

Neste segundo livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos conquista com mais um capítulo dessa família que, em meio ao deslumbramento da alta sociedade, busca sempre o amor verdadeiro.

Lançamento: 06/04/2015



http://portal.julund.com.br/wp-content/uploads/2015/03/11051743_793417834070016_3155532500029792711_n.jpg  “Este documento, querida amiga, vai abalar a Igreja.”

Ao ler essas palavras em uma carta encontrada em um arquivo empoeirado, Thomas Kelly fica cético. O documento citado na correspondência está desaparecido, mas Thomas, padre da ordem dos jesuítas, duvida que exista algo com tal poder – até ser convocado ao Vaticano para iniciar uma busca desesperada por ele.

Enquanto isso, diante de um conselho formado por seus superiores, Livia Pietro recebe instruções claras: encontrar um padre jesuíta recém-chegado a Roma e juntar-se a ele na procura da Concordata, um tratado que contém um segredo tão chocante que poderá destruir para sempre todo o povo de Livia.

Enquanto pistas cifradas do passado lançam os dois em um universo traiçoeiro repleto de obras de arte, maquinações religiosas e conspirações, eles são caçados por pessoas capazes de tudo para achar o documento primeiro. Thomas e Livia, então, precisam correr para montar o quebra-cabeça capaz de redefinir os rumos da história e evitar o caos e a destruição que a revelação da Concordata poderá causar. Livia, porém, tem um segredo: ela e seu povo são vampiros.

Com uma narrativa que remete ao estilo de Dan Brown e ao terror sobrenatural de Anne Rice, O sangue do cordeiro é uma viagem inesquecível a um passado inimaginável.

Lançamento: 06/04/2015



http://www.buqui.com.br/livros/imagens/livro-digital_253558-g.jpg A série O Mochileiro das Galáxias consagrou Douglas Adams por sua fina ironia e sua capacidade de elaborar histórias hilárias e inusitadas. Porém, essa não foi sua única obra-prima. Também na década de 1980, ele criou o personagem Dirk Gently, cujos elementos principais surgiram quando escrevia episódios para Doctor Who, outro ícone britânico da ficção científica.

Adams morreu em 2001, deixando dois volumes sobre as aventuras do detetive carismático e arrogante. Agora, finalmente, o primeiro livro é publicado no Brasil.

Richard MacDuff é um engenheiro de computação perfeitamente normal que sempre se comportou muito bem, obrigado, até o dia em que deixa uma mensagem equivocada na secretária eletrônica de sua namorada, Susan Way. Arrependido, toma a decisão mais natural possível: escalar o prédio dela e invadir seu apartamento para roubar a fita com a gravação.

Na vizinhança, Dirk Gently bisbilhota os arredores com seu binóculo quando presencia o ato tresloucado do antigo colega de faculdade e decide entrar em contato para lhe oferecer seus serviços investigativos. Depois de uma série de acontecimentos bizarros, o detetive percebe uma interconexão obscura entre a atitude estapafúrdia do amigo e o assassinato de Gordon Way – irmão de Susan e chefe de Richard, que passa a ser suspeito do crime.

De uma hora para outra, os dois veem-se envolvidos num caso incrivelmente estranho, com elementos díspares e desconexos que, no final, conseguem se encaixar de forma perfeita e construir uma trama típica de Douglas Adams.

Lançamento: 06/04/2015
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