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15 de fevereiro de 2016

O Regresso


O Regresso
Direção: Alejandro Gonzáles Iñárritu
Protagonistas: Leonardo DiCaprio, Tom Hardy e Domhnall Gleeson
Duração: 2h36min
Gênero: Aventura
Nacionalidade: EUA
Sinopse: 1822. Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) parte para o oeste americano disposto a ganhar dinheiro caçando. Atacado por um urso, fica seriamente ferido e é abandonado à própria sorte pelo parceiro John Fitzgerald (Tom Hardy), que ainda rouba seus pertences. Entretanto, mesmo com toda adversidade, Glass consegue sobreviver e inicia uma árdua jornada em busca de vingança.




SPOILER ABAIXO



O Regresso é um filme que está concorrendo ao Oscar de Melhor Filme, Melhor Ator (Leonardo DiCaprio) e Melhor Coadjuvante (Tom Hardy). Assisti o filme e estou deixando aqui minha opinião sobre o que achei do filme.

O Regresso é um filme de duas horas e trinta e seis minutos que conta a história de Hugh Glass, um homem que é atacado por um urso e fica extremamente ferido. As pessoas que o acompanham decidem continuar viagem, exceto John Fitzgerald (que fica por decisão do grupo) e mais dois jovens, sendo um deles o filho de Glass.

Com os índios perseguindo, o frio e várias adversidades, Fitzgerald mata o filho de Glass e engana o outro jovem para que abandonem Glass ferido e sem possibilidade de seguir em frente. Movido pela raiva e a chama da sobrevivência, Glass começa sua jornada para voltar para seu grupo e obter sua vingança sobre John. 

O filme é muito bom. Excelente figurino, cenas, maquiagem, paisagem.

Antes de assistir ao filme, procurei várias críticas para ter a certeza de que iria assistir. O que mais vi em diversas críticas é que Leonardo DiCaprio teve uma atuação excepcional, que era possível ver em seus olhos a solidão e a raiva. 

Não sou crítica de cinema, mas posso dizer o que achei do filme e da atuação, me decepcionei com o Leonardo. Não me entenda mal, o filme realmente é um show, mas quando entrei na sala de cinema estava procurando o olhar de solidão e raiva que li em diversas críticas pela internet.

No filme Náufrago de 2001 estrelado por Tom Hanks, eu senti a solidão do personagem. Seus olhos pareciam estar a beira das lágrimas e também chegando a loucura. O filme é um espetáculo e até hoje nos lembramos da bola Wilson criada para lhe ajudar a superar a solidão.

DiCaprio passa mais da metade do filme se arrastando (sua perna estava ferida), respirando em alto som e nadando em algumas cenas, mas não senti a conexão. O filme é um show em todos os pontos, principalmente por conseguir manter o espectador atento com os poucos diálogos existentes.

O filme é espetacular em seus diversos pontos. O enredo levemente clichê, mas bem trabalhado, Tom Hardy realmente foi convincente em seu papel de antagonista, é possível sentir raiva de seu personagem durante todo o filme.

Por fim, O Regresso é um filme que dá show em seus diversos momentos e realmente muito bem trabalhado, possui poucos diálogos, poucas cenas de ação e um homem que luta para sobreviver para obter sua vingança.

31 de dezembro de 2015

Filme: Star Wars Episódio VII - O Despertar da Força


Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força
Direção: J.J. Abrams
Protagonistas: Daisy Ridley, John Boyega, Adam Driver, Oscar Isaac, Harrison Ford, Carrie Fisher
Duração: 2h15min
Gênero: Aventura, Ação
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma nova ameaça: a Primeira Ordem, uma organização sombria que busca minar o poder da República e que tem Kylo Ren (Adam Driver), o General Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) como principais expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron (Oscar Isaac), um dos principais pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do pequeno robô BB-8 o mapa de onde vive o mitológico Luke Skywalker (Mark Hamill). Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a jovem Rey (Daisy Ridley), que vive sozinha catando destroços de naves antigas. Paralelamente, Poe recebe a ajuda de Finn (John Boyega), um stormtrooper que decide abandonar o posto repentinamente. Juntos, eles escapam do domínio da Primeira Ordem.




SPOILER ABAIXO

Star Wars: O Despertar da Força


Escrever uma opinião sobre esse filme é uma coisa que venho lutado por dias, nenhum post parecia bom o suficiente para Star Wars e sendo hoje o último dia do ano, eu não poderia deixar de postar minha opinião. Assisti o novo filme da saga em seu lançamento 17 de dezembro e aqui vai minha opinião. 

Irreverente, violento, carismático, simples e belo. As palavras que demonstram o significado do novo filme da saga Star Wars.

O filme dirigido por J.J. Abrams que dá a continuação a saga Star Wars que teve seu início em 1977 está PERFEITO. Os personagens antigos retornam e há novos para nos apaixonarmos.

Pela primeira vez temos uma protagonista feminina que possui a força, Rey é uma personagem cheia de surpresas e ainda muito corajosa, durante todo o filme ela mostra que pode dar conta de si mesmo e que não precisa da ajuda de ninguém. Em contrapartida, temos o simpático Finn, um stormtrooper que saiu da sua tropa para ajudar um piloto da Resistência.

Finn é um personagem engraçado e parte do alívio cômico junto com o droid BB-8, aliás que droid fofo e maravilhoso que fez todas as pessoas o acharem fofo e rirem de seu jeitinho de criança. Pois é, o droid tem jeitinho de criança e uma simpatia que dá show em muito ator por aí.

Kylo Ren o vilão desse episódio é nada mais e nada menos do que um Anakin Skywalker em formação. O filho de Han Solo e Leia puxou exatamente a pessoa da família que ele mais admira, estressado, impulsivo e sem controle de suas emoções o personagem Ben (Kylo Ren) é uma mistura de conflitos entre a vontade se entregar a escuridão e ainda sentir a luz dentro de si e o ápice para chegar na escuridão que ele queria se deu com a morte de seu pai, na qual, ele matou.

J.J. Abrams usou um jogo de luz extremamente convincente durante todo o filme, na cena em que Kylo Ren mata seu próprio pai é possível notar isso com total clareza. Os dois personagens conversam, enquanto Kylo diz ainda sentir a luz, o diálogo se passa com um feixe de luz nos dois que se apaga assim que o filho mata o próprio pai. Uma metáfora com luzes que me fez arrepiar.

A Primeira Ordem é de ficar com medo. A organização, os discursos e o modo dos soldados se cumprimentarem fez com que eles parecessem estar na Segunda Guerra Mundial sendo os nazistas. Sério! Hitler e nazistas foi o pensamento mais constante ao ver a Primeira Ordem.

As cenas de luta e ação foram fantásticas, bem diferente dos outros filmes. A saga Star Wars é famosa pelas horas de conversa, política e lutas coreografadas, mas não foi o caso desse filme, as lutas foram diferentes e ação foi constante o que deixou o filme muito mais dinâmico.

Parte do Universo Expandido foi utilizado para esse filme.

Uma nostalgia gigante do quarto filme da saga, embora alguns não tenha gostado das diversas referências o filme trabalhou bem deixando o ar de nostalgia e inovando ao mesmo tempo. Rever os personagens que aprendemos a amar e nos apaixonando pelos novos personagens é assim a sensação do sétimo filme da saga.

As diversas nuances por trás desse filme é difícil de ser dita numa resenha. Há vários buracos na história nos deixando ansiosos para uma continuação e que aguardo com muita ansiedade. O Despertar da Força já deixou seu maravilhoso legado.

17 de dezembro de 2015

Filme: No Coração do Mar


No Coração do Mar
Direção: Ron Howard
Protagonistas: Chris Hemsworth, Benjamin Walker, Ben Whishaw, Brendan Gleeson
Duração: 2h2min
Gênero: Aventura
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Inverno de 1820. O navio baleeiro Essex parte em busca de óleo de baleia. O navio é liderado pelo nada experiente capitão George Pollard (Benjamin Walker), que tem Owen Chase (Chris Hemsworth) como seu primeiro oficial. Owen sonha em ser capitão e tem o objetivo de superar a meta traçada por seu empregador. Eles navegam por meses em busca de baleias, mas quando encontram se deparam com uma grande ameaça, uma gigantesca baleia branca que irá lutar por sua sobrevivência e acabará atacando o navio e sua tripulação.



SPOILER ABAIXO




Quando Herman Melville acredita ter encontrado a história que mudaria sua carreira literária para sempre, ele decide procurar o único ainda vivo e sobrevivente do navio Essex que naufragou durante uma viagem. Mas por trás dessa história há boatos que uma baleia afundou o navio o que leva Herman ir conversar com esse sobrevivente e conhecer a verdadeira história que assombra seus pensamentos.

É preciso lembrar que naquela época se caçavam baleias para utilizar o óleo para ter fogo. O que é bem explicado durante o filme e justifica (na história em si) o fato de caçaram esses animais.

É quando conhecemos, junto com Herman, Owen Chase e George Pollard dois homens que partem em busca de baleias. Owen está insatisfeito porque é pobre, mas conseguiu feitos que nenhum outro capitão conseguiu e lhe prometeram ser capitão da próxima viagem que iria fazer. George Pollard é conhecido por uma família de baleeiros e será o capitão do navio Essex que embarcará Owen como seu parceiro.

Nessa viagem, os dois homens não conseguem aceitar suas diferenças no comando do navio e na vida de ambos, o que torna a tensão dentro da viagem que pode durar anos extremamente palpável.

Quando enfim entramos na história e começamos a perceber para onde seremos levados você embarca no filme, totalmente. Para os que já leram Moby Dick (como eu) ou o livro que conta essa história em fatos reais de mesmo nome do filme, consegue sentir naquela aventura e a possibilidade de problemas que encontrará.

Os efeitos são extremamente bem feitos, o 3D do filme nas cenas embaixo da água é impecável. A sensação de se estar nadando naquelas águas chega a nos fazer prender a respiração. 

E as baleias? Que show! A baleia branca que assombra a vida dessas pessoas que tentaram caça-la é quase como imaginar sua racionalidade, seus olhos levantam sob a água para observar os caçadores e sua cauda bate para virar barcos.

Os acontecimentos que levam essas pessoas terem que sobreviver é chocante. Desde a falta de comida, água, canibalismo e as apostas para quem conseguiria viver até o outro dia. 

Um filme espetacular com efeitos excelentes, imersão e ainda uma lição sobre sobrevivência e fé inestimável para o amanhã.

Acima de tudo, o filme mostra um pensamento intrigante sobre como os homens acreditam estar acima de tudo inclusive da natureza e dos animais. Na verdade, os frágeis somos nós.



18 de junho de 2015

Filme: Jurassic World


Jurassic World
Direção: Colin Trevorrow
Protagonistas: Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Ty Simpkins, Nick Robinson
Duração: 2h5min
Gênero: Aventura, Ação, Ficção Científica
Nacionalidade: EUA
Sinopse:
O Jurassic Park, localizado na ilha Nublar, enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas Howard) passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. Uma delas logo adquire inteligência bem mais alta, logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana.



SPOILER ABAIXO
 
Minha Opinião: Assisti esse filme quando estreou em plena quinta-feira, desde lá por alguns problemas no meu notebook e na minha internet o blog ficou parado e quando retornei ainda não tinha ideia de como iniciaria esse post. 

Jurassic Park foi lançado há muitos anos atrás e por incrível que pareça, o lançamento desse filme trouxe a antiga nostalgia que os antigos filmes apresentavam. Com o nome de Jurassic World - Mundo dos Dinossauros, a história gira em torno de Claire, uma mulher regrada e administradora do parque que está cansada de apresentar sempre as mesmas coisas ao seu público.

Desde os acidentes do primeiro filme, dez anos depois eles reabrem o parque e dinossauros parecem  não ser tão "legais" como antes e assim nasce a ideia de criar um dinossauro híbrido, Indominus Rex, um dinossauro que logo adquire inteligência e começa o terror no parque. Em contrapartida, Owen é domesticador que conseguiu avanços significativos na domesticação de velociraptors, o que chama a atenção de Hoskins, um militar que deseja dinossauros para caça e a guerra.

Quando o parque reabre Zach e Gray, dois adolescentes, vão visitar sua tia Claire e acabam no meio da confusão, quando o Indominous Rex escapa e o parque se torna um lugar perigoso.

A trama gira em torno da sobrevivência, conflitos sociais e políticos, alimentado pelo toque de humor de um dos adolescentes e Lowery Cruthers, um funcionário de Claire. Olhando todos esses núcleos de personagens e trama parece um filme complicado, mas é bem tranquilo de entender e bom de assistir.
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O protagonista, Owen, traz consigo uma aura de Indiana Jones trazendo um complemento ao filme. Também nesse novo filme existe os primeiros dinossauros aquáticos. Numa temática livre para todas as idades com um nível de violência considerável para um filme desse porte.

Talvez meu único problema seja acompanhar Claire correr entre rochas, florestas e de dinossauros usando salto. Se alguém souber aonde compra um desses que não quebra em momento algum e dá para correr até de dinossauros, por favor, me avise!
E não posso deixar batido o número de propagandas presentes no filme que vai desde a Coca Cola até Kawasaki.

O filme traz uma carga de nostalgia mostrando e trazendo elementos do primeiro filme, a trilha sonora característica da série também complementa todo o ar nostálgico de assistir os primeiros filmes da franquia. Os efeitos em CGI estão excelentes e assistir esse filme em 3D é uma aventura fantástica.

6 de junho de 2015

Filme: Terremoto - A Falha de San Andreas


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Terremoto - A Falha de San Andreas
Direção: Brad Peyton
Protagonistas: Dwayne Johnson, Carla Gugino, Alexandra Daddario.
Duração: 1h54min
Gênero: Ação, Aventura
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Um terremoto atinge a Califórnia e faz com que Ray (Dwayne Johnson), um bombeiro especializado em resgates com helicópteros, tenha que percorrer o estado ao lado da ex-esposa (Carla Gugino) para resgatar a sua filha Blake (Alexandra Daddario), que tenha sobreviver em São Francisco com a ajuda de dois jovens irmãos. 


SPOILERS ABAIXO



Minha Opinião: Filmes com temas de destruição existe muitos por todo o cinema. Desde 2012 à Armagedom, o cinema trabalho muito com o fim do mundo ou alguma parte dele sendo completamente destruída por ação do homem ou desastre natural que desencadeia uma série de eventos que gira em torno de um protagonista sozinho ou ele e sua família.

Terremoto - A Falha de San Andreas gira em torno do desastre natural, tendo como protagonista o famoso "The Rock" que está se divorciando e prestes a ter sua filha entrando na faculdade. Dwayne é também é parte do corpo de bombeiros especializado em resgate e está sempre utilizando um helicóptero.

O filme percorre toda sua duração numa ação frenética aliviada por algumas cenas de alivio cômico protagonizadas pelos dois irmãos que estão em São Francisco com Blake. Aliás, utilizar uma criança para ser o alivio cômico do filme foi muito bem escolhido, soou natural e engraçado sem parecer uma comédia.

Há um drama em torno da família que protagoniza o filme, algo que perdura para culminar numa cena muito bem feita no final do filme. O destaque está realmente para Alexandra Daddario como Blake, a personagem agiu sozinha durante quase todo o filme utilizando os conhecimentos que adquiriu do pai e ainda salvou um casal de irmãos.
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A parte que realmente incomodou no filme foi a presença de vários artefatos que foram surgindo toda vez que os personagens precisavam fazer alguma coisa. Aconteceu durante várias cenas dos filme e incomodou que todas as cenas mais perigosas tivessem esse pequeno ajuste.

Blake e os dois irmãos foram o maior destaque do filme, embora "The Rock" fosse o carismático e fosse sempre o que corria para ajudar sua família e outras pessoas, o fato dele ser o protagonista e ser sempre o centro das atenções lhe deixava certo de que ele poderia conseguir. Por outro lado, Blake conseguiu ajuda quando precisou e teve que utilizar todo seu conhecimento para se manter viva até seu pai chegar.

Terremoto não apresenta nada de novo no que estamos acostumados ver em grandes filmes, mas traz em seu conteúdo boas horas de divertimento e constante atenção. Os efeitos são realmente muito bem construídos e os personagens garantem a simpatia até o final.

20 de maio de 2015

Filme: Mad Max - Estrada da Fúria


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Mad Max - Estrada da Fúria
Direção: George Miller
Protagonistas: Tom Hardy, Charlize Theron e Nicholas Hoult
Duração: 2h0min
Gênero: Ação
Nacionalidade: Austrália, EUA
Sinopse: Após ser capturado por Immortan Joe, um guerreiro das estradas chamado Max (Tom Hardy) se vê no meio de uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa se salvar um grupo de garotas. Também tentanto fugir, Max aceita ajudar Furiosa em sua luta contra Joe e se vê dividido entre mais uma vez seguir sozinho seu caminho ou ficar com o grupo.



Minha Opinião: Há apenas uma palavra para definir esse filme: INSANO.
Não no sentido ruim, Mad Max é de longe um dos melhores filmes que estreou esse ano, num mundo pós apocaliptico aonde falta água, comida, gasolina, petróleo. Tudo se tornou motivo para guerra e tudo se tornou uma forma de poder para controlar o povo que seguiria qualquer um que lhes fornecesse algo para sobreviver.

O personagem Max voltou com as características de seu antecessor interpretado por Mel Gibson, poucas falas, com boas habilidades e acompanhado de um rosto indecifrável em quase todas as cenas. Referências foi o que não faltou no filme: jaqueta, carro, o mundo pós-apocalíptico, as falas, vilão.

São duas horas seguidas de pura ação e sequências de explosões, mortes e tiros para todo o lado. Não há tempo para respirar ou piscar os olhos, tudo vai se desenvolvendo de uma forma dinâmica sem espaço para acalmar os ânimos.
 

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Criticas sociais também estão presentes no clássico de George Miller, aliás, o próprio mostrou que ainda sabe dirigir uma história de Mad Max mesmo tendo passado tantos anos. Os conceitos que trouxeram a obra dele para esse mundo ainda estão presentes nesse novo trabalho e com a tecnologia que temos hoje em dia ajudou muito para trazer aquele ar de realidade, mesmo sendo uma obra de ficção

De todos os filmes lançados esse ano até hoje, Mad Max realmente está no topo e apresenta todas as artimanhas para entreter e ainda sim refletir com o ar de nostalgia de rever na telas essa obra prima.

4 de maio de 2015

Filme: Vingadores - Era de Ultron


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Vingadores - Era de Ultron
Direção: Joss Whedon
Protagonistas: Robert Downey Jr, Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Jeremy Renner, Scarlett Johansson
Duração: 2h22min
Gênero: Ação, Aventura, Fantasia
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Tentando proteger o planeta de ameaças como as vistas no primeiro Os Vingadores, Tony Stark busca construir um sistema de inteligência artifical que cuidaria da paz mundial. O projeto acaba dando errado e gera o nascimento do Ultron. Capitão América , Homem de Ferro , Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro terão que se unir para mais uma vez salvar o dia. 

Minha Opinião:

Esse é o segundo filme que comento no blog, confesso que demorei para assistir o segundo filme dos Vingadores. Lugares lotados não são minha praia, então esperei passar a primeira semana que todos estão ansiosos para ver e fui ontem. Não sou critica de filmes, mas irei colocar aqui embaixo algumas observações que podem ou não conter SPOILER. Ler é sua decisão e lembrando que eu acompanho os quadrinhos, mas não irei fazer nenhuma comparação.
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O segundo filme dos Vingadores se inicia com cenas de ação muito bem trabalhada e o leve humor característico do primeiro filme. Todos os recentes lançamentos da Marvel em séries e filmes (Capitão América: Soldado Invernal, Agents Of Shield, entre outros) estão diretamente ligados aos fatos que acontecem nesse filme. Na verdade, Vingadores: Era de Ultron era para ser o melhor lançamento da Marvel nesse ano e minha decepção começou após a cena de batalha que comentei no início dessa resenha.

Trocaram comédia para sarcasmo e isso foi excelente apenas para o Ultron, os outros personagens tentaram trazer sua aura de sarcasmo e falharam demais. O destaque desse filme ficou em Tony Stark, mas também aumentou muito para o Clint e para Natasha.

No primeiro filme dos Vingadores, Natasha e Clint tiveram uma amizade muito próxima, os comentários de que talvez um romance rolasse entre eles foram enormes, mas logo em Capitão América: Soldado Invernal o clima de Steve e Natasha subiram ao máximo e minha surpresa foi grande quando Natasha e Bruce parecem estar num flerte interminável para culminar num romance.

Tony Stark criou Ultron baseado no seu medo de guerra após os eventos finais do primeiro Vingadores e a máquina surgiu sendo um vilão excelente, mas mal aproveitado diga-se de passagem. Um robô que sarcástico que deseja salvar a humanidade para que ela possa evoluir, mas para isso ela precisa sofrer a extinção assim como aconteceu com Noé. Sim, o filme tem referências biblicas e muitas cenas interessantes ocorrem numa igreja.

Os novos personagens foram introduzidos de uma forma muito convicente, o problema foi como trataram o Visão. Criado para ser o personagem mais forte de todos, o personagem apareceu durante uns 5 minutos de filme e desapareceu, depois apareceu para mais 2 minutos e pronto, se ele não tivesse a pedra do infinito na sua testa seria quase um personagem inútil.

Fizeram a morte de um personagem para trazer um drama, mas acabou por ser a pior cena do filme inteiro. Fizeram uma comédia após a morte do cara, tocaram uma música no fundo e voltaram para a ação, não teve nada que fizesse uma conexão com a morte do personagem, algo que pudesse lhe trazer alguma lágrima.

O que mais gostei de todo o filme foi a manipulação da Escarlate nos Vingadores, eles são deuses e humanos, pessoas com medos e sonhos e achei espetacular que cada um deles teve a chance de ver algo da sua vida e encarar aquilo que temiam, fez com que se tornassem reais para mim e foi o maior trunfo de todo o filme. Ver que o medo também afeta deuses e humanos.

O filme se arrastou por duas horas seguidas e não vou dizer que é um filme ruim. O filme é bom, mas não tudo isso que as críticas andam dizendo pela internet, comparado ao primeiro filme o que acontece nesse aqui é que ele é fraco demais.


16 de fevereiro de 2015

Filme: A Teoria de Tudo


A Teoria de Tudo
Direção: James Marsh
Protagonistas: Eddie Redmayne e Felicity Jones
Duração: 2h3min
Gênero: Biografia, Drama
Nacionalidade: Reino Unido



Não estou aqui para fazer uma análise digna de nota sobre o filme, até porque não entendo preceitos de cinema para dizer para vocês se alguma cena não foi bem trabalhada. Tudo que irei postar sobre A Teoria de Tudo é baseado nas minhas impressões e na enorme inspiração que senti ao terminar esse filme que merece ser conhecidos por todos.

Baseado no livro de mesmo nome, A Teoria de Tudo, conta a história de Stephen e Jane Hawking. O filme se passa desde quando eles se conhecem até quando se descobre a doença de Stephen e Jane decide continuar sua vida com ele. Stephen descobre que tem esclerose lateral amiotrófica, uma doença que vai degenerando os músculos.

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Ao descobrir que tem apenas mais dois anos de vida, Stephen e Jane se casam com o propósito de viverem felizes o máximo que a vida lhes permitissem. Os anos se passam e eles vão tendo filhos e Jane vai demonstrando seu desgate fisico e emocional devido ao estado de sua família.

O destaque desse filme vai para Eddie Redmayne que interpreta Stephen Hawking. O ator teve que interpretar o Stephen saudável até o Stephen perdendo aos poucos os movimentos e excelente ver o ator atuando tão bem. 

Stephen Hawking chegou a elogiar o ator Eddie dizendo que enquanto assistia o filme é como se ele visse ele mesmo na tela. 

Felicity Jones também tem seu destaque, eu já havia assistido alguns filmes da atriz e em nenhum filme ela me convenceu na atuação e minha supresa foi grande quando assisti A Teoria de Tudo, Felicity está ótima. Seus olhos transmitem diversas emoções numa única cena que é espetacular.

Enfim, A Teoria de Tudo não é uma história sobre o lado cientifico de Stephen Hawking, mas sim é uma história de amor, perdão e superação. A sensibilidade descrita nesse filme é inexplicavel e mais ainda o drama e a vontade de vencer os próprios obstáculos são demais. Não tenho explicação para as diversas emoções que tive durante o filme.

A mente dele mudou nosso mundo.
O amor dela mudou o mundo dele.

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